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Sacolas Pásticas

No mundo são consumidos 500 bilhões de sacolas por ano. A utilização da embalagem plástica em larga escala cresceu na segunda metade do século passado e em especial na década de 70, quando substituiu o saco de papel.
Os brasileiros jogam fora, todos os meses, um bilhão de sacolinhas. Em média, são 66 unidades por ano para cada consumidor. Entretanto, o uso do plástico substituiu com vantagem econômica e ambiental outras matérias-primas, como a madeira, por exemplo. Integra, atualmente, grande volume de produtos (móveis, utensílios domésticos, peças de automóveis e equipamentos médicos).
A SMA pretende com o mutirão desestimular o uso irracional. Conter desperdícios, como acondicionar sacos plásticos dentro de outra sacola maior. E incentivar o uso de embalagem reciclável e não poluidora, capaz de oferecer resistência e ser reaproveitada várias vezes.
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Estados Unidos – A cada ano, o país utiliza cem bilhões de sacolas plásticas. Em San Francisco (Califórnia), foram substituídas pelas de papel reciclado. Outra saída encontrada foi usar goma de milho e de batata como matéria-prima para fabricar a embalagem.
Bangladesh – Por favorecer entupimentos em redes de drenagem pluvial, a sacola plástica foi proibida. A medida contempla a fabricação, comercialização e uso.
Irlanda – O governo criou imposto específico para inibir o uso. Com a medida obteve redução de 90%. O recurso arrecadado é destinado às ações de proteção ambiental.
Taiwan – Lojas são proibidas de oferecer sacolas grátis para o cliente, fregueses, sob pena de multa.
África do Sul – Governo proibiu o uso e redigiu penas de multa e prisão.
Índia – Para impedir a ingestão e morte de vacas (animal sagrado), alguns Estados proibiram a produção, estoque, uso, venda e distribuição. Há prisão e multa para o infrator.
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Petrobras desenvolve diesel menos poluente


A Petrobras começou a produzir um novo óleo diesel com baixo conteúdo de enxofre, característica que o torna menos poluente, além de projetar a autossuficiência neste tipo de combustível para 2012. As informações foram dadas na segunda-feira (27) pelo diretor de abastecimento da companhia, Paulo Roberto Costa.

A Petrobras completou a produção dos primeiros 10 mil metros cúbicos do diesel S-50 na semana passada, que tem 50 partes por milhão de enxofre, um décimo do que continha a versão mais avançada que havia até agora no mercado, o S-500.

Este tipo de combustível pode reduzir as emissões poluentes à atmosfera em até 80% com novas gerações de motores que se adotarão no Brasil nos próximos três anos, informou Costa.

Levando em conta os motores do atual parque automobilístico do Brasil, porém, as emissões podem se reduzir no máximo 15%, disse o diretor em entrevista coletiva realizada na refinaria Duque de Caxias (Reduc), onde começou a se produzir o novo diesel.

"Não há milagre possível. De nada serve pôr o diesel S-50 em motores defasados", afirmou Costa.

A eficiência do S-50 foi constatada nos laboratórios da empresa e em teste realizados nos ônibus municipais do Rio de Janeiro, desde janeiro.
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Fonte: Folha Online

Vegetação natural em fazendas de SP cresceu 26%


Cresceram nos últimos 12 anos nas propriedades agrícolas do Estado de São Paulo as áreas cobertas por vegetação natural e reflorestadas, aponta o Levantamento Cadastral das Unidades de Produção Agropecuária do Estado (Lupa 2009), censo com dados de 2007 e 2008. Informações da Secretaria da Agricultura e Abastecimento divulgadas na quarta-feira (22) na capital mostram aumento de 26% na área de mata natural e de 24,5% na área reflorestada, em comparação com o censo de 1997, com dados de 1995 e 1996.

Se no censo de 1997 as unidades produtivas do Estado somavam 1,95 milhão de hectares de vegetação natural, hoje elas somam 2,43 milhões de hectares - um aumento de 479 mil hectares. As áreas de reflorestamento passaram de 812,2 mil para 1,02 milhão de hectares - diferença de 210 mil. O número de unidades produtivas com alguma área de mata nativa cresceu 11% e hoje chega a 155,2 mil do total de 324,6 mil propriedades do Estado. Há também mais fazendas com zonas de reflorestamento. Nesse caso, o aumento foi de 42%, o que equivale atualmente a 44 mil unidades.

Mesmo com o incremento, a área com vegetação natural ainda está limitada a 12% do total da área produtiva do Estado. Em 1997, o porcentual era de 10%. As maiores fatias do território paulista são usadas para pastagem (quase 40%) e culturas temporárias (33%). A área com reflorestamento corresponde a 5% do total.

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), que participou da apresentação do censo no Palácio dos Bandeirantes, ao lado do secretário da Agricultura, João Sampaio, considerou o resultado "uma façanha". "A expansão da vegetação natural em São Paulo de 10% para 12% no período é pouco? Só não ter caído já é uma conquista. Ter aumentado 20% é uma façanha", disse o governador.

Serra destacou que a área em que é feito o plantio direto, mecanizado, também cresceu, o que reverte em aumento da proteção do solo. O governador atribuiu os dados positivos ao "aumento da consciência ambiental" dos produtores e a iniciativas do governo do Estado como o zoneamento e a meta de eliminação das queimadas. "As queimadas devem chegar ao seu ponto mais baixo em meados da década que vem", disse. "São requisitos do desenvolvimento sustentável."

O secretário do Meio Ambiente, Xico Graziano, relacionou o aumento das áreas preservadas à mudança de perfil do produtor rural paulista. O censo mostra que subiu o nível de escolaridade dos proprietários de terra. O número de produtores sem instrução completa caiu de 59 mil para 28 mil, enquanto a quantidade de fazendeiros com curso superior subiu de 52 mil para 62 mil. "Aconteceu um processo de conscientização ambiental do agricultor, o que está ligado à elevação do nível de instrução."

Nem a expansão de 90,6% na área de cultivo de cana-de-açúcar no Estado, apontada pelo Lupa 2009, preocupou o secretário do Meio Ambiente. Graziano disse perceber em áreas canavieiras a preservação da mata ciliar. "A mecanização ajuda a preservação porque as máquinas são grandes, não conseguem trabalhar em áreas inclinadas, na beirada de córregos", disse. "Aumenta a cana e a preservação ambiental. Não é incompatível."

A ação do governo do Estado em relação à cana se concentra agora em preservar o sul do Estado da cultura. O secretário da Agricultura e Abastecimento, João Sampaio, lembrou que não haverá licenciamento ambiental para usinas naquela região, seguindo o protocolo agroambiental firmado com o setor em 2007. "O Estado não vai dar licença, portanto, não vai ter ampliação da cana nessa área", disse Sampaio. "Do ponto de vista ambiental, não é desejável."
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Fonte: Carolina Freitas/ Estadão Online

Combate ao aquecimento global ganha força


A primeira usina de energia do mundo a utilizar uma tecnologia de captura e armazenamento de carbono começará a operar este mês na França.
A usina pertence à empresa de energia francesa Total. A captura de carbono é considerada muito importante para se reduzir as emissões de CO2 provenientes de usinas de energia a base de combustíveis fósseis.
Como as fontes renováveis ainda não conseguem atender à crescente demanda mundial por energia, muitos especialistas acreditam que é essencial que haja o desenvolvimento de tecnologias que permitam a queima de combustíveis fósseis sem liberar grandes quantidades de CO2 na atmosfera.

Curitiba é famosa internacionalmente pelas suas inovações urbanísticas e o cuidado com o meio ambiente

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Medições recentes indicam que a área verde de Curitiba é de 51 m² por habitante - cerca de três vezes superior à área mínima recomendada pela ONU - sendo um dos índices mais altos do Brasil e superior ao da cidade de Londres. Tais áreas são compostas, fundamentalmente, por parques e bosques municipais que protegem parte das matas ciliares de rios locais, como o rio Barigüi e o rio Iguaçu. Há também na cidade uma grande variedade de praças associados a vias públicas habitualmente bem arborizadas.

O primeiro plano urbanístico de Curitiba foi instituído em 1783, quando a Câmara de Vereadores da época determinou o traçado das ruas, disciplinando a localização das novas construções.
Em 1886 construiu-se o Passeio Público, o primeiro parque de Curitiba, reunindo conceitos de preservação ambiental, saneamento e lazer.

Fonte: Guia Geográfico Curitiba